Geografia dos reinos " Rhul " o reino anão

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Geografia dos reinos " Rhul " o reino anão

Mensagem por (GM) PJ.Disouza em Qui Jun 04, 2009 2:01 am

" Rhul "


População Total nos Reinos de Ferro: 2.200.000



Os anões são a segunda raça mais populosa e influente entre as nativas dos Reinos de Ferro. Sua civilização em Rhul é ancestral pela medida da humanidade, e a cidade de Ghord foi considerada uma maravilha de sua era há quatro mil anos atrás. Por seus próprios registros, os anões foram a primeira civilização da região, e sua sociedade baseada em clãs já estava bem entrincheirada quando os elfos fugiram para Ios, enquanto que a humanidade ainda vagava nas planícies vizinhas em tribos selvagens de caçadores e coletores. A maior parte dos registros antigos virou pó ou perdeu sua precisão nas traduções e revisões, mas parece provável que Rhul tenha sido o desbravador da civilização de Immoren ocidental, quando o antigo grande império élfico controlava o leste.

A despeito da idade de Rhul, os anões que vivem lá parecem pouco interessados em expansão ou exploração. Eles acreditam em construir, uma pedra por vez, uma torre por vez, cada castelo para durar eras. Diferentes de seus belicosos vizinhos humanos, os anões nunca tentaram conquistar ou subjugar os outros, mas quaisquer tentativas de invadir suas próprias terras encontraram represálias rápidas e impiedosas. As velhas tribos bárbaras humanas e seus senhores da guerra logo aprenderam que era tolice mexer com este povo pequeno mas resistente. Vale notar que mesmo os Orgoth não tentaram invadir Rhul quando subjugaram o resto da região, embora alguns estudiosos humanos apontem os anões como culpados, e digam que eles tiravam proveito do comércio com um único império humano. Houve realmente comércio pacífico entre o império Orgoth e Rhul, mas os anões também tiveram um papel crucial na rebelião bem-sucedida, então a maioria das pessoas perdoou esta "colaboração" antiga.

Os anões de Rhul possuem uma estrutura social muito estável e complexa, baseada em clãs, e pode-se dizer que são a sociedade mais democrática dos Reinos de Ferro. A despeito de uma aparência exterior de solidariedade, os anões freqüentemente têm disputas internas. Contudo, embora sangrentas, estas batalhas são altamente ritualizadas e controladas por leis rígidas. Pequenas "guerras pessoais" e duelos são um método perfeitamente legítimo e encorajado de resolver disputas entre os anões, e mesmo contratos e direitos sobre construções são muitas vezes decididas em lutas.

Há várias centenas de milhares de anões atualmente vivendo fora de Rhul, com conclaves em todos os Reinos de Ferro. Eles têm se tornado cada vez mais amigáveis com a humanidade nos últimos séculos, em particular com o reino de Cygnar. Ambas as raças dividem uma forte aptidão para a mechanika, uma ética de trabalho similar, amor pelo lucro e outros valores. Mesmo assim, os anões são leais à sua própria raça antes de qualquer outra. A segurança de Rhul é de importância primordial, mesmo nos conclaves fora do reino.

Informações sobre Idiomas: os anões falam rhúlico, um antigo idioma derivado de uma linguagem agora arcaica chamada Dol-Rhul. A maior parte dos anões também fala cygnarano, se já teve qualquer contato com a humanidade, e muitos conhecem outras línguas. O rhúlico tem um alfabeto muito complexo, na verdade composto de dois alfabetos distintos, cada um usado para propósitos diferentes.

Comparados aos reinos dinâmicos dos homens e aos modos estranhos dos inescrutáveis elfos, os anões são um bastião de ordem e racionalidade. Sua sociedade não vê um distúrbio maior há mais de mil anos, e a história de Rhul se estende mais do que qualquer civilização próxima. Até mesmo as guerras civis são mais como duelos, sendo organizadas e julgadas pelo Parlamento dos anões, conhecido entre o próprio povo como o Debate. Os líderes por tradição do Debate são os Senhores das Pedras, velhos e respeitados paladinos anões cuja linhagem se
estende até os Treze Clãs que primeiro fundaram a nação anã.

Os outros membros do Debate são representantes das Cem Casas, os mais poderosos clãs com terras. É este grupo o responsável por forjar as leis da sociedade anã, usando um
conjunto de regras de procedimento incrivelmente extenso, chamado simplesmente de "Código". Por todas as terras, a raça anã é conhecida por seu excelente artesanato e engenharia. Qualquer criança conhece a qualidade dos trabalhos em pedra dos anões, e o amor deste povo pelo ouro, gemas e outros tesouros da terra. O que muitas pessoas não sabem é que a habilidade dos anões com a pedra não é restrita aos espaços escuros de túneis e masmorras. Eles também constróem magníficos castelos, fortes, torres, templos e pontes, um fato que choca a maior parte dos visitantes de primeira viagem às terras de Rhul.

" Ponte da Forja "

* Um monumento aos patriarcas anões, e o único caminho para o reino de Rhul.

" O Átrio "

* O imenso complexo de tuneis de ligações das cem familias anões de Rhul.

Os Grandes Patriarcas dos anões.

Os anões não possuem um único deus patrono. Ao invés disto, cultuam um grupo de ancestrais divinos, os treze modelos que deram origem à raça. Estes Grandes Patriarcas divinos fundaram as Treze Famílias originais milênios atrás, e diz-se que seu sangue fornece a todos os anões sua resistência lendária. Os descendentes mais diretos dos Grandes Patriarcas são chamados Senhores das Pedras, e estes indivíduos poderosos e respeitados sentam à frente no Debate dos anões hoje em dia, como o fizeram desde os primeiros. Com a força do sangue dos Grandes Patriarcas, os Senhores das Pedras (que são todos paladinos de alto nível) são anormalmente resistentes e vivem por muito tempo, muitas vezes ultrapassando duzentos invernos.
Cada Grande Patriarca é, praticamente falando, um semideus, embora o povo anão os cultue apenas como uma unidade Leal e Boa. Um Grande Patriarca individual nunca é escolhido como o único patrono de um clérigo, pois isto é considerado desrespeitoso e ignorante. Os Patriarcas como um grupo deram origem à raça anã, e como um grupo serão sempre cultuados. Mesmo assim, cada Patriarca tem sua própria personalidade, feriados, parábolas e esfera de influência, e é comum rezar ou amaldiçoar em nome de um Patriarca em particular, como a situação exigir.
A seguir estão os nomes e influências dos Grandes Patriarcas:

Nome Influência

Dhurg Primeiro Pai da Batalha (Mestre dos Machados)


Dohl Pai da Mineração


Dovur Primeiro Pai dos Ferreiros (Armas)


Ghrd Pai da Riqueza e Ourivesaria


Godor Pai da Lei e Oratória


Hrord Segundo Pai da Batalha (Mestre das Lâminas)


Jhord Pai da Espionagem e Informação



Lodhul Pai dos Banquetes e Fertilidade



Odom Pai da Magia e dos Segredos


Orm Pai da Construção e Trabalhos em Pedra


Sigmur Pai da História e Registros


Udo Terceiro Pai da Batalha (Mestre dos Martelos)


Uldar Segundo Pai dos Ferreiros (Armaduras)




Domínios dos Clérigos dos Grandes Patriarcas:

os clérigos anões que cultuam os Patriarcas têm acesso aos domínios do Bem, Cura, Lei, Guerra e Terra. Embora alguns humanos achem isto surpreendente, a maioria dos clérigos dos Grandes Patriarcas são mulheres. Esta tradição se origina do fato de que as primeiras clérigas dos Grandes Patriarcas eram suas próprias esposas, conhecidas como Mulheres de Argila. Contudo, os anões do sexo masculino também podem servir como clérigos, e se tornaram mais numerosos nos últimos séculos.

Arma Predileta dos Grandes Patriarcas: martelo de guerra, machado de guerra e picareta pesada.

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